Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei...

21 de outubro de 2010


No passado conter a liberdade sexual da mulher 
era a única forma de preservar com segurança o patrimônio 
dentro da linhagem familiar. 
Como diziam os italianos: filho de minha filha, 
neto meu é, porém filho de meu filho, de quem será?
 A mulher, foi imposto um modelo de comportamento 

que era conveniente aos interesses materiais.
Hoje, as pessoas ainda dão "nomes" chulos as mulheres,

 mantendo-as dentro de um sistema de repressão sexual velada,
 que impede a mulher de ser dona do seu prazer. 
Assim incentivada a ser sexy o tempo todo a mulher se esquece de ser erótica

 se esquece de sentir.
Sutilmente, impelida pelo sistema a ser escrava 

de um padrão que de beleza ridículo e humilhante, 
o corpo feminino continua a ser vendido, continua a não lhe pertencer...
Constantemente pintada e fotografada em nua submissão, 
entregue ao prazer dominante do observador...
O eros que lhe caberia encontra-se perdido em padrões estéticos
Estereótipos da mulher que é bela porque é magra, frágil, muda...
Mulher que quer ter corpo de criança subnutrida...
Que não é dona do próprio gozo...
Mulher que se pensa livre, mas é uma escrava...
Quem são seus carrascos , mulher?

Oh Pachamama, abra nossos olhos!!!


SOBRE DIREITOS AUTORAIS

As fotos, figuras, textos, frases visualizadas neste blog, são de autorias diversas. Em alguns casos não foram atribuidos os créditos devidos por ignorância a respeito de sua procedência. Se alguém tiver
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Namastê























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