Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei...

10 de abril de 2014

expressão...



Há muitos anos atrás, participei de uma cerimonia de ayahuasca...Uma das questões que levei a trabalho foi um câncer de mama que havia se manifestado em minha mãe...Minha mãe foi uma mulher extremamente dura; guerreira, nunca acreditou que pudesse abrir mão de sua lança....Um exemplo de vida, se você estiver visualizando uma cultura vertical e meritocrática...No entanto ela tinha um enorme medo de amar e medo maior de demonstrar este amor..., como muita gente, ela tinha a crença que expressões emocionais são indícios de fraqueza... Durante a cerimonia, eu a vi me amamentando, mas de seu peito só saia leite..., não saia amor...e a Força me disse com imensa doçura: "jamais guarde amor em seu peito..." E através de muitas cenas, afagos e arabescos luminosos a Força me mostrou que era o amor e não o ódio guardado que mata...Você pode fazer alguma coisa com o ódio que você guarda, ele pode fazer você ter força regenerativa...Mas o amor guardado é como o câncer que não é nada e este nada vai crescendo e te deixando com um enorme vazio de ser.... A partir desta compreensão dei muito mais abraços....
Gislaine Carvalho Rodrigues

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Namastê























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