Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei...

26 de maio de 2011



Enxergar o "eu" é o mesmo que, estando dentro de um edifício enxergar sua forma total...
Podemos adivinhar o eu, já que somos a soma de tudo com o que nós identificamos de alguma forma...
Grande parte do que somos está escondida no nosso inconsciente, distante dos nossos processos mentais e 
só podemos ter acesso a isso através das emoções que afloram com as simpatias e as antipatias...
O "outro", é o espelho, devo olhar com atenção para tudo que repudio, já que a interpretação do outro me revela, pois apenas eu posso interpretar de tal forma, outro interpretaria de outra forma..., da forma que revelaria seu próprio universo interno.
As causas com as quais nos envolvemos também dizem muito a nosso respeito, elas contam histórias sobre criaturas que em nós pedem socorro....E devemos ouvir e atentar aos que  choram dentro e fora de nós...
Não há "eu sem o "outro"....Posso revolucionar minhas tradições, minha cultura, no entanto a matéria com que vou construir uma nova cultura, novas tradições é a mesma..., a matéria sempre estará lá reciclada - em um novo ciclo, como disse Lavoisier "nada se perde, tudo se transforma" e deve-se ainda tomar extremo cuidado para não "fechar" nada..., não se prender as "novas" verdade e tradições..., renovar as tradições a cada dia e permitir que a natureza revele sua sabedoria...
Sabendo que somos "pó das estrelas" e que nossos átomos poderiam estar em qualquer grande vilão do passado..., reinventemos nosso "eu"..., com humildade e jubilo....

gi

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Namastê























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