Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei...

1 de março de 2011

Quando o feminino está ausente ou reprimido,
 em seu lugar surgem as teorias que “explicam” a vida de forma muito sintética e mecânica 

e a falta de contato com a dimensão instintiva e emocional pode conduzir a atos desumanos e destrutivos.
O grande poder do mito é sua habilidade para mobilizar ações humanas e 

impulsionar respostas coletivas. 
Assim, o desafio do feminino é fazer ouvir a sua voz interior,
reivindicar seus talentos e dons, despertando o mundo. 

Leonardo Boff diz que o feminino "expressa a dimensão de ternura, cuidado, auto-aceitação, misericórdia, sensibilidade face ao mistério da vida e de Deus, cultivo da interioridade que existe e deve existir em toda existência humana que alcança um nível mínimo de maturidade.”
Assim, o feminino deve despertar o mundo para transformá-lo

através de um caminho individual e, por conseguinte uma mudança interpessoal e 
uma evolução sócio-cultural, em uma jornada onde não estamos sós, 
onde os deuses já trilharam antes de nós.
 Como Campbell nos aponta: ”O labirinto é conhecido em toda a sua extensão.
 Temos que seguir a trilha do herói e lá, onde temíamos 
encontrar algo abominável, encontraremos um deus. E lá, 
onde esperávamos matar alguém, mataremos a nós mesmos. 
Onde imaginávamos viajar para longe, iremos ao centro da nossa própria existência.
 E lá, onde pensávamos estar só, estaremos em companhia do mundo todo”.
(trecho : Soraya Ferreira Mariani)

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Namastê























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