Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei...

25 de março de 2011

gratidão


Era uma noite fria, e já velha, estava sem abrigo, e faminta. 
Teve que improvisar um abrigo debaixo de uma cerejeira nos campos. 
Estava realmente bem frio, e ela não conseguiu dormir bem. 
E era também perigoso – animais selvagens e tudo mais.
A meia-noite ela acordou – devido ao frio intenso - e viu, no céu noturno, 
as flores abertas da cerejeira sorrindo para a lua enevoada. 
Tomada pela beleza, ela levantou-se e curvou-se na direção da vila, 
em sinal de agradecimento, com essas palavras:
Através de sua bondade ao recusar-me abrigo descobri-me sob as 
flores na noite desta lua enevoada.
Ela se sente agradecida. Cheia de gratidão, 
agradece aquelas pessoas que lhe recusaram abrigo. 
Do contrário estaria dormindo sob um teto comum e teria perdido essa bênção – 
o cerejeira florida, esse sussuro com a lua enevoada, e o silêncio da noite, 
esse profundo silêncio da noite. Não está zangada, ela aceita o que aconteceu. 
Não só aceita-o, o recebe com boas vindas, ela sente-se grata. 
A pessoa torna-se um buda quando aceita tudo que a vida traz, com gratidão.
(Osho)

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Namastê























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