Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei...

12 de dezembro de 2011

VIAGEM INTERIOR

Com o olhar da sua imaginação, com toda sua sensibilidade,
lembre-se dum barco no mar, imagine-se num barco 
no meio do oceano, deliciando-se em respirar a brisa
carregada de aromas salinos,  admirando a dança da luz 
nas ondas, sentindo a brisa acariciar seus cabelos,
seu rosto, seus braços, suas pernas. Aqui está o Templo do Mar,
esse Templo da imensidão da água, esse Templo sem forma, sem limites,
o Templo da água sensível,a água que sente 
o mínimo sopro de vento, sente a carícia do Sol,
devaneia com a Lua,  recebe a luz das estrelas.
Aqui está o poderoso Templo   das Tempestades,
o Templo das emoções violentas, como o Templo onde se delicia
a luz do dia  até explodir na tranqüila beleza 
do pôr do Sol. Para entrar  nas profundezas do Templo
você chama um grande amigo, seu animal de poder,
o golfinho. Você veste um corpo de golfinho
para entrar no mar  dos sentimentos,
no mar das emoções, brincar no mar,
alegrar-se, divertir-se com inteligência
no mar da sua alma. Diverte-se em chamar 
uma tempestade, e mergulha nas profundezas.
Nas profundezas da sua alma tudo é tranqüilo, sempre.
Nas profundezas da sua alma tudo é tranqüilo, sempre.
Sempre. Com essa tranqüilidade profunda
você sobe deliciando-se em nadar
no mar tranqüilo da manhã quando a luz do dia desperta
nas ondas leves, nadar no mar sereno da manhã,
no mar do dia e do entardecer.

SOBRE DIREITOS AUTORAIS

As fotos, figuras, textos, frases visualizadas neste blog, são de autorias diversas. Em alguns casos não foram atribuidos os créditos devidos por ignorância a respeito de sua procedência. Se alguém tiver
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Namastê























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