Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei...

25 de outubro de 2011

rosa


Escreve o místico Silesius: a rosa é sem porquê, floresce porque floresce, não cuida de si própria,
 não pergunta se a vemos. Quando se diz ‘a rosa é sem porquê’, ou ‘a rosa é de ninguém’,
 propomo-nos investir num modo de construir o real que já não passa por sermos predadores e 
o real ser uma presa que vamos dominar ou domesticar.
 Entramos num espaço não já de predadores e presas, mas de vigilantes, 
de contemplativos, de operadores do assombro.

José Tolentino de Mendonça

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Namastê























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