Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei...

11 de janeiro de 2012


 O amor é a própria lucidez 
      Ao contrário do que dizem seus inimigos mortais, o amor, longe de ser cego ou cegar as pessoas, é a própria lucidez e o guia a nos mostrar com clareza o mais vivo de nós dois.

      O amor - é só ele - nos tira do comum 
      Só durante o estado amoroso estamos acontecendo.
      Fora dele, vegetamos e nos confundimos com todas as rotinas da vida e os papéis estereotipados dos que nos cercam - e que, em resposta, encenamos.
      O amor - é só ele - nos tira do comum, do cotidiano, do sistema, da alienação.
      Por isso dissemos: o amor individualiza a pessoa e o momento - lembra-se? Só quando estamos amando existimos, você não acha?

     O amor nos distancia de qualquer rotina 
     O amor nos distancia completamente de qualquer rotina, repetição, tédio, enjôo… Ele nos põe distantes de tudo o que conhecemos e de quanto estamos fazendo na vida - fora dos momentos amorosos.

      Doença é falta de amor 
      Doença é falta de amor ou presença de maus sentimentos - de abandono, rancor, desespero, medo, preocupação, azedume, mágoa; é também a convicção de não ser ninguém, de não ter vivido, de não estar vivendo mas apenas vegetando, repetindo, repetindo, repetindo sempre tudo, no trabalho, na família até no lazer.

 J.A. Gaiarsa


SOBRE DIREITOS AUTORAIS

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Namastê























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