Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei...

5 de abril de 2011

e assim deve ser o amor...



Lao Tsu estava viajando com seus discípulos e chegaram a uma floresta onde centenas de carpinteiros estavam cortando árvores, pois um grande palácio estava sendo construído.
Quase toda a floresta já havia sido cortada, mas havia uma árvore ainda de pé, uma grande árvore com milhares de galhos – tão grande que dez mil pessoas poderiam sentar-se à sua sombra. Lao Tzu pediu a seus discípulos que fossem inquirir por que está árvore ainda não tinha sido cortada, quando toda a floresta havia sido cortada e a floresta estava deserta.
Os discípulos perguntaram aos carpinteiros, “Porque vocês não cortaram essa árvore?”
Os carpinteiros disseram, “Essa árvore é absolutamente inútil. Sua madeira não pode ser trabalhada porque cada galho têm muitos nós. Nada é reto. Você não pode fazer colunas ou pilares dela, e também não serve para fazer móveis. Você não pode queimá-la, pois a fumaça faz muito mal aos olhos. Então essa árvore é absolutamente inútil. Eis porque.”
Quando os discípulos voltaram e contaram isso a Lao Tsu, ele riu e disse, “Se vocês quiserem sobreviver nesse mundo, sejam como essa árvore: completamente inúteis. Assim ninguém irá querer prejudicar vocês. Se forem retoes e alinhados serão cortados, irão virar mobília na casa de alguém. Se forem belos, serão vendidos no mercado, se tornarão objetos. Sejam como esta árvore. Assim ninguém irá lhes fazer mal. E vocês poderão crescer, tornando-se grandes e vastos, e milhares de pessoas poderão encontrar uma sombra ao lado de vocês.”





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Namastê























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