Era uma vez...

E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei...

10 de março de 2012

O Tamanduá e o Mistério Pessoal


Reconhecer a si mesmo é perigoso e vou rearticular isso de novo: o que estou o convidando a ver é perigoso porque assumi-lo é a morte do ego. Quão disposto você está a seguir em frente?
O perigo se apresenta exclusivamente para o ego, porque reconhecer a si mesmo é dizer um grande “Yes”, da maneira mais total possível, e a partir disso não restará mais nada a não ser simplesmente amar a si mesmo exatamente do jeito que você é.
Pondere: todos propõem que você mude. Sua mãe não gosta disso, seu marido não gosta daquilo, seus amigos daquele outro... e você vem tentando assumir essa inadequação, essa não-aceitação, indo em busca de “melhoria”. Você gosta de comer formiguinhas, mas alguém diz que é pecado e logo você começa a buscar modos, terapias e remédios para não mais comer formiguinhas. Pare um pouco, dê um passo para trás e veja se este é o melhor a ser feito. Não há nada errado em ser um tamanduá...
Imagina se um botão de rosas se abrisse um belo dia e entrasse em crise porque aqueles que estão por perto não gostam do odor que ela exala? Proponho que aquilo que seja passível de mudança, seja feito. Depois disso, relaxe. Aqui entra aceitação e confiança. Você é exatamente do jeito que Deus quer que você seja. Tem algo que vou chamar de uma força maior – que não é uma força pessoal, porque não tem uma pessoa por trás dela –, que é puro mistério impessoal. Satsang, portanto, nos convida a assumir esse mistério como única realidade.
( Satyaprem)

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Namastê























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