Era uma vez...
"Em um tempo muito, muito distante, quando a Deusa caminhava sobre a Terra e todas as coisas eram sagradas...
Nas noites encantadas,surgia em meio a floresta misteriosa
um velhinho exausto e tremulo e a Deusa em sua face Anciã,
o tomava em seus braços, se balançando em sua cadeira o embalava, cantando...cantando...
E pela manhã ele saltava de seus braços, agora já uma criança radiante e se alçava aos céus para raiar o dia.
Ele é a Criança Solar, Ela é a Mãe de todas as coisas..."
27 de abril de 2013
22 de abril de 2013
19 de abril de 2013
Especialmente para as mulheres
O seu corpo é seu...
Seu corpo foi maravilhosamente bem desenvolvido pela Mãe Natureza, para que você sinta prazer, crie, dance, acarinhe, cuide, pense se relacione, cure, trabalhe...
Seu corpo é vivo!
Seu corpo é único!
Seu corpo não é moeda de troca para o “amor” dos homens!
Seu corpo não é objeto para ser olhado, retalhado, amassado, exaurido, agulhado, malhado...por vaidade,desejo de poder do seu ego ou aprovação de quem, na realidade não se importa com quem você realmente é.
Seu corpo é delicado, expressivo, inteligente, sensível.
Olhe para ele: pele, calor, suavidade, percepção, sensualidade. Acarinhe seu corpo, seja boa para ele.
Cuide de você! Ande, sinta o vento em sua pele, entregue-se à um carinho sem deixar sua mente criticar seu corpo.
Seja grata pelo seu corpo, alimente-o bem, não lhe imponha venenos ou excessos.
Descanse, durma quanto tiver sono, coma quando tiver fome.
Use seus sentidos...Olhe para a beleza da vida. Sinta o carinho do vento.
Páre para sentir o cheiro das flores, o cheiro do mato, o cheiro das pessoas que você ama.
Seu corpo não é uma vitrine, você não está vendendo sua aparência!
Pare de parecer e seja!
GCR
Seu corpo foi maravilhosamente bem desenvolvido pela Mãe Natureza, para que você sinta prazer, crie, dance, acarinhe, cuide, pense se relacione, cure, trabalhe...
Seu corpo é vivo!
Seu corpo é único!
Seu corpo não é moeda de troca para o “amor” dos homens!
Seu corpo não é objeto para ser olhado, retalhado, amassado, exaurido, agulhado, malhado...por vaidade,desejo de poder do seu ego ou aprovação de quem, na realidade não se importa com quem você realmente é.
Seu corpo é delicado, expressivo, inteligente, sensível.
Olhe para ele: pele, calor, suavidade, percepção, sensualidade. Acarinhe seu corpo, seja boa para ele.
Cuide de você! Ande, sinta o vento em sua pele, entregue-se à um carinho sem deixar sua mente criticar seu corpo.
Seja grata pelo seu corpo, alimente-o bem, não lhe imponha venenos ou excessos.
Descanse, durma quanto tiver sono, coma quando tiver fome.
Use seus sentidos...Olhe para a beleza da vida. Sinta o carinho do vento.
Páre para sentir o cheiro das flores, o cheiro do mato, o cheiro das pessoas que você ama.
Seu corpo não é uma vitrine, você não está vendendo sua aparência!
Pare de parecer e seja!
GCR
18 de abril de 2013
13 de abril de 2013
Mulher é boneca?
"Pose pra
fumar
Não vê?
Pose pra sentar
Não vê?
Menina usa saia
Bermuda é pra piá,
Piá sobe em árvore
Menina brinca de boneca
Piá pula no rio
Menina brinca de boneca
Piá dá cambalhota
Menina brinca de boneca
Homem é piá
Mulher é boneca?
Homem usa bermuda
Boneca pode quebrar,
Menina brinca de boneca
Piá faz cambalhota, sobe em árvore, pula no rio
Mulher usa saia
Homem pode fazer cambalhota, subir em árvore, pular no rio, sentar no chão,
Pose pra sentar
Não vê?
Chão não é pra sentar
Bermuda é pra piá
Mulher é boneca?
Boneca pode quebrar."
M.V.T.
Não vê?
Pose pra sentar
Não vê?
Menina usa saia
Bermuda é pra piá,
Piá sobe em árvore
Menina brinca de boneca
Piá pula no rio
Menina brinca de boneca
Piá dá cambalhota
Menina brinca de boneca
Homem é piá
Mulher é boneca?
Homem usa bermuda
Boneca pode quebrar,
Menina brinca de boneca
Piá faz cambalhota, sobe em árvore, pula no rio
Mulher usa saia
Homem pode fazer cambalhota, subir em árvore, pular no rio, sentar no chão,
Pose pra sentar
Não vê?
Chão não é pra sentar
Bermuda é pra piá
Mulher é boneca?
Boneca pode quebrar."
M.V.T.
8 de abril de 2013
O Tempo e as Jabuticabas
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver
daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos
para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas
não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse
amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.'
O essencial faz a vida valer a pena.
Rubem Alves
Quintana
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,
deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.
(Excerto de Laço e abraço,Mário Quintana)
deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.
(Excerto de Laço e abraço,Mário Quintana)
1 de abril de 2013
Paradigmas

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro
puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco
subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um
jato de água fria em todos. Depois de certo tempo, quando um macaco
ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum
tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das
bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos.
A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente
retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a
escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o
primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um
terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o
último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que,
mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que
tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum
deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a
resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por
aqui..."
puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco
subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um
jato de água fria em todos. Depois de certo tempo, quando um macaco
ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum
tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das
bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos.
A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente
retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a
escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o
primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um
terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o
último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que,
mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que
tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum
deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a
resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por
aqui..."
reza

"- (...) Você sabe rezar?
- O quê? perguntou ela em sobressalto.
- Não rezar o Padre-Nosso, mas pedir a si mesma, pedir o máximo a si
mesma?
- Não sei se sei, nunca tentei. Isto é um conselho? perguntou com ironia.
Ele se perturbou:
- Acho que foi. Esqueça o que eu disse"
- O quê? perguntou ela em sobressalto.
- Não rezar o Padre-Nosso, mas pedir a si mesma, pedir o máximo a si
mesma?
- Não sei se sei, nunca tentei. Isto é um conselho? perguntou com ironia.
Ele se perturbou:
- Acho que foi. Esqueça o que eu disse"
( C.Lispector)
porque em pleno dia se morre
"De Ulisses ela aprendera a ter coragem de ter fé – muita coragem, fé em quê?
Na própria fé, que a fé pode ser um grande susto, pode significar cair no
abismo, Lóri tinha medo de cair no abismo e segurava-se numa das mãos de
Ulisses enquanto a outra mão de Ulisses empurrava-a para o abismo – em
breve ela teria que soltar a mão menos forte do que a que a empurrava, e cair,
a vida não é de se brincar porque em pleno dia se morre.
A mais premente necessidade de um ser humano era tornar-se um ser
humano"
Clarice LispectorNa própria fé, que a fé pode ser um grande susto, pode significar cair no
abismo, Lóri tinha medo de cair no abismo e segurava-se numa das mãos de
Ulisses enquanto a outra mão de Ulisses empurrava-a para o abismo – em
breve ela teria que soltar a mão menos forte do que a que a empurrava, e cair,
a vida não é de se brincar porque em pleno dia se morre.
A mais premente necessidade de um ser humano era tornar-se um ser
humano"
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Namastê
CURRENT MOON